Serviço de recuperação de desastres na nuvem - V2 Cloud

Failover na nuvem para servidores locais

Recuperação de desastres na nuvem

Proteja a sua empresa contra falhas de servidor, perda de hardware e desastres nas instalações, sem construir um segundo data center.

Substitua os dispendiosos servidores em espera pela recuperação de desastres na nuvem. Replique snapshots dos seus servidores locais para a V2 Cloud e depois recupere aplicações, bases de dados e sistemas de negócio na nuvem sempre que for preciso.

Sem servidores duplicados, sem um segundo data center e com a recuperação pronta no dia em que precisar.

V2 Cloud dashboard

Failover na nuvem vs. recuperação de desastres tradicional

Recuperação de desastres moderna na nuvem, sem infraestrutura duplicada.

Milhares de organizações ainda dependem de servidores físicos para executar aplicações de negócio críticas. A V2 Cloud oferece uma forma mais simples e acessível de proteger esses sistemas, permitindo a recuperação na nuvem quando ocorre um desastre.

Recuperação de desastres tradicional

Cara, complexa e quase nunca testada

Proteger servidores físicos significou sempre duplicá-los. Cada medida acrescenta custo, hardware e administração.

  • Comprar servidores duplicados
  • Manter uma localização secundária
  • Pagar por hardware que fica parado
  • Gerir a infraestrutura de backup
  • Testes que vão sendo sempre adiados
  • Manter equipamento que talvez nunca use

A maioria das empresas descobre a qualidade do seu plano de recuperação apenas depois de precisar dele.

Failover na nuvem com a V2 Cloud

Acessível, simples e pronto a provar que funciona

Os seus servidores são replicados para um ambiente na nuvem que só ativa quando precisa. Nada para comprar, alojar ou manter em funcionamento.

  • Sem servidores duplicados para comprar
  • Sem um segundo local para construir ou alugar
  • Recursos de recuperação ativados a pedido
  • Totalmente gerido pela V2 Cloud
  • Teste um ponto de recuperação sem tocar na produção
  • Sem hardware para manter ou substituir

Sabe que a sua recuperação funciona antes do dia em que vai precisar dela.

Como funciona a recuperação de desastres na nuvem

Failover na nuvem em quatro passos simples

1

Proteger

Os snapshots são executados segundo o agendamento que definir. Os utilizadores continuam a trabalhar enquanto são criados.

2

Replicar

Os pontos de recuperação são transferidos para a nossa nuvem através de uma ligação cifrada. Depois da primeira cópia completa só se movem os blocos alterados, por isso planeie para a carga inicial, não para o tráfego contínuo.

3

Recuperar

Provisionamos uma máquina virtual na nuvem e ligamos-lhe o seu último ponto de recuperação. O servidor arranca com as aplicações, os dados e a configuração intactos. Nada para reconstruir ou reinstalar.

4

Retomar

Os utilizadores voltam a ligar-se a partir de qualquer dispositivo com ligação à internet, incluindo dispositivos nunca configurados para acesso remoto antes da falha.

O seu hardware de produção é reparado no seu prazo, porque o negócio já está a funcionar.

Deixe de pagar por hardware de recuperação de desastres que, esperemos, nunca vai usar.

Proteja os seus servidores críticos com um failover na nuvem mais simples, mais acessível e pronto quando o desastre acontece.

Contra o que protege

Contra o que protege a recuperação de desastres na nuvem

A maioria dos failovers não é desencadeada por incêndios e inundações. É desencadeada por uma terça-feira qualquer.

Ransomware

Falha de hardware

Corrupção do Windows® e atualizações falhadas

Corrupção de bases de dados

Incidentes que afetam todo o local

Paragens planeadas

Cargas de trabalho que protegemos

Cargas de trabalho que protegemos com a recuperação de desastres na nuvem

Proteja praticamente qualquer servidor Windows ou Linux.

O failover na nuvem é ideal para organizações que utilizam:

  • Aplicações de negócio
  • Sistemas ERP
  • Software de contabilidade
  • Bases de dados SQL Server®
  • Servidores de ficheiros
  • Controladores de domínio do Active Directory
  • Servidores de aplicações
  • Servidores web
  • Sistemas de produção industrial
  • Software específico do setor
  • Aplicações de negócio legadas

Porque é que o failover na nuvem custa menos do que hardware em espera

Sem hardware em espera

Um servidor duplicado deprecia-se quer execute uma carga de trabalho quer não. Os recursos de recuperação são cobrados por máquina virtual, dimensionados à carga e provisionados quando faz o failover.

Mais rápido do que a aquisição

A paragem começa quando o servidor avaria, não quando a peça chega. Esse intervalo costuma ser a maior fatia do tempo de paragem total, e o failover na nuvem elimina-o.

Separação geográfica, sem um segundo local

Escolher uma região de recuperação não custa nada. Alugar espaço em bastidor noutra cidade é a razão pela qual a maioria dos planos de recuperação das PME fica por um equipamento local.

Pague pela prontidão, não pela redundância

O armazenamento é contínuo. A computação não é, até precisar dela.

Esteja preparado para o inesperado.

O failover na nuvem custa menos do que um servidor em espera, não precisa de um segundo data center e está pronto no dia em que alguma coisa corre mal.

Perguntas frequentes sobre recuperação de desastres na nuvem

Não precisa de um segundo servidor físico. Os seus pontos de recuperação residem na nossa nuvem e a máquina de recuperação é provisionada quando precisar.

Falhas de hardware e de armazenamento, corrupção do sistema operativo, atualizações falhadas, ransomware, corrupção de bases de dados, eliminações acidentais e perda total do local. A proteção depende de pontos de recuperação intactos anteriores ao incidente, por isso vale a pena definir com cuidado a frequência dos snapshots e a retenção.

Não precisa de um segundo servidor físico. Os seus pontos de recuperação residem na nossa nuvem e a máquina de recuperação é provisionada quando precisar.

Falhas de hardware e de armazenamento, corrupção do sistema operativo, atualizações falhadas, ransomware, corrupção de bases de dados, eliminações acidentais e perda total do local. A proteção depende de pontos de recuperação intactos anteriores ao incidente, por isso vale a pena definir com cuidado a frequência dos snapshots e a retenção.

Sim, de forma independente. Uma falha num servidor de aplicações não obriga a fazer failover de mais nada.

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